O pecado e a morte entram no mundo; predito o “descendente” (semente) como libertador (Gn 3:1-6).
A mulher come do fruto proibido e “persuade” seu marido a unir-se a ela em rebelião e, assim, o Éden fica profanado pela desobediência. Deus imediatamente indica o meio pelo qual seu propósito será realizado. (Gn 3: 14-15). O homem é expulso do jardim, passando a viver em dor e labuta suada entre espinhos e abrolhos. Por fim, tem de morrer e retornar ao solo do qual fora tirado.
As devastações do pecado continuam fora do Éden. Caim, o primeiro filho varão nascido, torna-se o assassino de seu irmão Abel, fiel servo de Deus. Deus proscreve a Caim para a terra da Fuga, onde ele produz uma geração que mais tarde é exterminada pelo Dilúvio. Adão tem então mais um filho, Sete, que se torna pai de Enos; nessa época, os homens começam a invocar o nome de Deus hipocritamente. Adão morre aos 930 anos de idade.
Homens iníquos arruínam a terra; Deus traz o Dilúvio (Gn 5:6-11). Dá-se aqui a genealogia através de Sete. Entre estes descendentes de Sete destacam-se Enoque, que santifica o nome de Deus “andando com o verdadeiro Deus”. O próximo homem de fé notável é o bisneto de Enoque: Noé. (Gn 5:22). Nessa época, ocorre algo que aumenta a violência na terra. Filhos de Deus se casam com as lindas filhas dos homens.
Essa coabitação não-autorizada produz uma raça híbrida de gigantes conhecidos por nefilins, que quer dizer: (“Derrubadores”), que fazem um nome, não para Deus, mas para si mesmos. Portanto, Deus anuncia a Noé que eliminará os homens e os animais por causa da contínua maldade da humanidade. Só Noé acha favor diante de Deus.
Noé torna-se pai de Sem, Cã e Jafé. Ao passo que a violência e a ruína persistem na terra, Deus revela a Noé que está prestes a santificar o Seu nome mediante um grande dilúvio e manda que Noé construa uma arca de preservação, dando-lhe planos pormenorizados da construção. Noé obedece prontamente, reúne dentro da arca a sua família de oito pessoas, juntamente com animais e aves; daí, no 600° ano de sua vida, começa o Dilúvio. O aguaceiro continua por 40 dias, sendo que mesmo os altos montes ficam cobertos por até 15 côvados (quase 7 metros) de água. Depois de um ano, quando Noé finalmente pode conduzir sua família para fora da arca, seu primeiro ato é oferecer um grande sacrifício de agradecimento a Deus. (Gn 6: 1-17).
Deus então profere uma bênção sobre Noé e sua família e ordena-lhes que encham a terra com sua descendência. O decreto de Deus permite comerem carne, mas exige abstinência do sangue, que é a alma, ou vida, da carne, e exige a execução de homicidas. O pacto de Deus de nunca mais trazer um dilúvio sobre a terra é confirmado com o aparecimento do arco-íris no céu. Mais tarde, Cã mostra desrespeito pelo profeta de Deus, Noé. Este, ao ficar sabendo disso, amaldiçoa a Canaã, filho de Cã, mas acrescenta uma bênção que mostra que Sem será especialmente favorecido e que Jafé também será abençoado. Noé morre aos 950 anos de idade. (Gn. 9: 1-16).
Os três filhos de Noé executam a ordem de Deus de multiplicar-se produzindo 70 famílias, os progenitores da atual raça humana. Ninrode, neto de Cã, não é incluído nesta relação, evidentemente porque torna-se “poderoso caçador em oposição a Deus”. (Gn 10:9) Ele funda um reino e começa a edificar cidades. Nessa época, toda a terra fala uma só língua. Os homens, em vez de se espalharem sobre a terra, para a povoarem e a cultivarem, decidem construir uma cidade e uma torre com o cume nos céus, para fazerem um nome célebre para si. No entanto, Deus frustra a intenção deles confundindo-lhes a língua e, assim, os espalha. A cidade é chamada de Babel, que significa “Confusão”. Por Wagner Brito.
Fontes de Pesquisa:
Manual Bíblico SBB
Internet: Portal Batista
Bíblia
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Internet: Portal Batista
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