O pregador sua vida e obra
O autor enfatiza que quando se é separado para o evangelho de Deus é necessário que você ame esta vocação que é a de ser pregador da palavra de Deus. Muitos são os homens que entram nesta por esta porta apenas pela influencia de seus próprios pensamentos ou por conselhos de amigos, pensando as vezes que é uma profissão ou uma forma de ganhar dinheiro, pensa, no entanto que é um negocio que irá oferecer oportunidades agradáveis, e posição social e uma atraente publicidade pessoal. Mas John afirma que antes de se escolher o ministério cristão, como carreira é necessário ter a certeza de que Deus o selecionou e lhe impôs imperativamente por meio de um chamado que lhe ressoa a alma.
Ora ninguém pode definir a vocação as circunstâncias da nossa vocação a torna distinta e original, por que Deus honra a nossa individualidade na própria singularidade do chamado que ele nos dirige. Muitas são as formas utilizadas por Deus e muitos homens que encontramos na bíblia.
Assim como Isaías amigo de reis, freqüentador dos círculos palacianos, mas no ano que morreu o rei Uzias viu Isaias a Deus, quando o Senhor lhe faz a pergunta a quem enviarei, naquele momento ele entende sua vocação e o seu destino: “Eis-me aqui, envia-me a mim.” O chamado divino é lago comunicado a nossa alma individualidade, os chamados genuinamente divinos nos dão a impressão de que a iniciativa é divina. O homem que entra por este ministério pela porta da vocação divina aprenderá “a glória” da sua vocação.
A grandiosa atitude de humildade nos engrandece. E nos impedirá que nos tornemos oficiais de empresas transitórias. Pois bem se o chamado é sagrado da nossa vocação e a sua glória conseqüente, não podemos ser cegos diante da responsabilidade, pois é um grande encargo, terrível, e santo. Portanto tal é essa vocação, mas qual a missão de uma vocação assim? Precisamos examinar cuidadosamente o que é dito acerca da natureza e do Carter da missão do senhor, se é que desejamos compreender a nossa comissão e assim perceber a glória da nossa designação e a dignidade do nosso serviço.
“Assim como Tu Me enviaste ao mundo” - a pregar, a curar, a redimir, abrir os portões de ferro, agir como embaixadores de uma gloriosa liberdade para o corpo, para mente e para a alma. Sim, para o autor podemos aceitar esta iluminada interpretação de nossa vocação; a missão do apostolo e determinada pela missão do Mestre, e o que vemos declarado é que essa missão é a de ampla e total emancipação.
A nossa vocação é primariamente esta: Temos de ser narradores de boas novas, arautos da salvação. Mas no nosso dever não se restringe somente a pregar boas novas, temos que também vivê-la. A palavra da graça tem que ser confirmada por meio de ações graciosas, o evangelho tem que ser corroborado pelo testemunho de ousadas proezas. O Senhor dia “Eis que vos envio como ovelhas para o meio de lobos” - contra a crueldade, a lascívia, a ambição, a indiferença, contra toda sorte de pecados, contra um exército de antagonistas ferozes e terríveis. O próprio Cordeiro de deus veio para o meio de lobos. E Ele mesmo envia Suas ovelhas para o meio dos mesmos elementos furiosos e destruidores. Mas a vitórias não foi do lobo e sim do cordeiro, e na vitória do Cordeiro está à confirmação da segurança e vitória das ovelhas. Esta é a nossa inspiração.
Assim corro também eu, não sem meta; assim luto, não como desferindo golpes no ar. Mas esmurro o meu corpo e o reduzo à escravidão, para que, tendo pregado a outros, não venha eu mesmo a ser desqualificado. (Co 9.26-27)
Paulo enxerga o perigo de se tornarem profanos, os que ocupam de coisas santas. Ora Paulo previa o perigo e, com diligência e oração, tomou providências contra ele. Os perigos são sempre os assistentes do privilégio e são mais abundantes em torno das posições mais elevadas. O ministro vive acarretado de privilégios inúmeros, mas reconheço também que a medida dos nossos privilégios é a medida exata dos nossos perigos.
Um dos perigos que o escritor aponta é a mortífera familiaridade com o sublime. È estar tão ocupado com o Lugar Santo e perder a maravilhosa percepção do Senhor santo. É pregar a palavra sem vivê-la e perder a sensação de intimidade com Deus e com o Espírito Santo. Outro perigo é o da mortífera familiaridade com os lugares-comuns, a insensibilidade e o amortecimento diante das coisas comuns, como a morte. O terceiro perigo que o escritor nos aponta é a possível perversão da nossa vida emocional, o emocional pode transformar-se em neurótico. As emoções do pregador podem ser tão constante e profundamente excitadas que as suas defesas morais venham a correr perigo. Outro perigo ainda mais evidente é a perigosa gravitação do mundo. O espírito de mundana transigência e encontrado na mais sedutora forma. Procurando serem todas as coisas para todos os homens para agradar a todos. Mas na gravitação do mundanismo há mais que o criminoso espírito de transigência: Há aquilo que chamarei de fascinação do brilhantismo. Este perigo assediará no mesmo dia do início do seu ministério, no dia da ordenação correrão o risco de cair vitimas do mundanismo, com a alma prostrada a Mammon.
E certamente de todas as visões patéticas nenhuma é mais patética que a do pregador do Evangelho que, por causa do entorpecedor do hábito, ou pelo engano e desenganos do mundo foi separado de seu Deus! Quando somos afastados de Deus nossa presença não ocasionará aquela misteriosa mudança na atmosfera. Quando nos apartamos do Senhor a quem prometemos servir, somos cheios de palavras, mas vazios de poder. Quando o pregador se afasta de Deus e do bom prazer de Deus o mal dança petulantemente na estrada livre, aberta por sua atitude negligente, pois já não possui nenhum armamento milagroso com que cortá-lo ou destruí-lo.
Precisamos atender com assiduidade ao cultivo da nossa alma arranjando tempo para oração e para leitura devocional da palavra de Deus. Mantenhamos constantemente uma racional percepção de valores e coloquemos cada dever que apareça em seu devido lugar. Não podemos fazer nada bem feito se nos desviamos de Deus. Se algum ministro pretende viver nos lugares celestiais em Cristo Jesus e pretende contar com este sublime ponto de apoio e com esta exaltadora coação em sua obra cotidiana, se pretender ser puro e promover purificação, deve então aprender a “orar sem cessar”. Somente por este cultivo primário é que obtemos aquelas virtudes secundarias que desempenham papel tão vital em nossas defesas morais e na eficiência das nossas realizações. Uma carreira sem obstáculos não seria digna da nossa escolha, segundo o autor os ministros do Evangelho enfrentarão armadilhas e adversários, tentações e perseguições no caminho todo, mas “a graça é abundante”, e “a alegria do Senhor é a vossa força”.
“Pastoreia as minhas ovelhas”. As palavras descrevem o cunho das relações pastorais – o pastor cuidando das necessidades do seu rebanho. O pastor deve levar as suas ovelhas da aridez do deserto, ou das nesgas da terra onde a forragem é escassa e insatisfatória, para os “verdes pastos” e “águas tranqüilas”. E deve estar sempre alerta contra a fome e a sede. Deve “pastorear” as suas ovelhas, “encher a sua boca de bens”. Os pastores são considerados responsáveis pelo sustento de almas imortais que estão em busca de alimento espiritual.
Suponho que ser opinião geral que em muitas partes tenha havido grande mudança no caráter dos temas dos púlpitos. Sua prédica tem que fazer mais que indicar ideais e metas: Tem que preparar o caminho que conduz as metas. Os seus temas devem ser atualizados, devem ser assuntos “vivos” para homens “vivos”! Devem ser até um tanto sensacionais, se é que visam aprender o interesse dos homens que vivem no meio de copiosa sensação, todos os dias. Uma teologia superficial não produzirá uma filantropia mais profunda. Não passaremos a amar mais ardentemente os homens pelo esfriamento do nosso amor a Deus. Não somos designados só para dar bons conselhos, mas para proclamar boas novas.
O mundo está cansado do simples oficial e está faminto por homens dinâmicos. Quer mais que palradores; está em busca do profeta. Se, somos apenas ditatoriais, a nossa palavra será tão remota como uma receita; se somos autorizados, estaremos perto como um cirurgião aplicado ao serviço atuante de salvação. Uma coisa perfeitamente clara: Aquele que for simplesmente ditatorial, nunca irá curar os quebrantados de coração, nem irá pensar as suas feridas que sangram.
“O pregador no gabinete”, que tipo de homem deve ser o pregador que entra na sua oficina, e que espécie de trabalho vai ali fazer? Sermões soltos ao acaso não despertam a razão para nenhuma necessidade, nem levam nenhuma compulsão imperiosa ao coração. A prédica que nada custa na alcança. Se o gabinete é preguiça, o púlpito será insolência. Portanto é obrigatório que o pregador vá para o gabinete a trabalhar com empenho. Ninguém é mais depressa descoberto que o ministro ocioso, e ninguém a como ele, mais depressa visitado pelo desprezo. Entrem em seu gabinete com hora marcada, e que essa hora seja tão cedo como a hora em que o homem de negócio mais madrugador vai para seu armazém ou para seu escritório. Deve por em prática sistema e método e deve ser tão escrupulosamente pontual nos seus hábitos particulares, a serviço do seu Senhor, como teria que ser num encargo governamental a serviço da pátria. Não passaremos as primeiras horas do dia ciscando o texto, mas sim em amplíssimas visões da verdade. A nossa capacidade de perceber é determinada pela nossa capacidade de abranger. A verdade revelada elucida e confere poder ao dever prático. Por Ev. Wagner Brito
O autor enfatiza que quando se é separado para o evangelho de Deus é necessário que você ame esta vocação que é a de ser pregador da palavra de Deus. Muitos são os homens que entram nesta por esta porta apenas pela influencia de seus próprios pensamentos ou por conselhos de amigos, pensando as vezes que é uma profissão ou uma forma de ganhar dinheiro, pensa, no entanto que é um negocio que irá oferecer oportunidades agradáveis, e posição social e uma atraente publicidade pessoal. Mas John afirma que antes de se escolher o ministério cristão, como carreira é necessário ter a certeza de que Deus o selecionou e lhe impôs imperativamente por meio de um chamado que lhe ressoa a alma.
Ora ninguém pode definir a vocação as circunstâncias da nossa vocação a torna distinta e original, por que Deus honra a nossa individualidade na própria singularidade do chamado que ele nos dirige. Muitas são as formas utilizadas por Deus e muitos homens que encontramos na bíblia.
Assim como Isaías amigo de reis, freqüentador dos círculos palacianos, mas no ano que morreu o rei Uzias viu Isaias a Deus, quando o Senhor lhe faz a pergunta a quem enviarei, naquele momento ele entende sua vocação e o seu destino: “Eis-me aqui, envia-me a mim.” O chamado divino é lago comunicado a nossa alma individualidade, os chamados genuinamente divinos nos dão a impressão de que a iniciativa é divina. O homem que entra por este ministério pela porta da vocação divina aprenderá “a glória” da sua vocação.
A grandiosa atitude de humildade nos engrandece. E nos impedirá que nos tornemos oficiais de empresas transitórias. Pois bem se o chamado é sagrado da nossa vocação e a sua glória conseqüente, não podemos ser cegos diante da responsabilidade, pois é um grande encargo, terrível, e santo. Portanto tal é essa vocação, mas qual a missão de uma vocação assim? Precisamos examinar cuidadosamente o que é dito acerca da natureza e do Carter da missão do senhor, se é que desejamos compreender a nossa comissão e assim perceber a glória da nossa designação e a dignidade do nosso serviço.
“Assim como Tu Me enviaste ao mundo” - a pregar, a curar, a redimir, abrir os portões de ferro, agir como embaixadores de uma gloriosa liberdade para o corpo, para mente e para a alma. Sim, para o autor podemos aceitar esta iluminada interpretação de nossa vocação; a missão do apostolo e determinada pela missão do Mestre, e o que vemos declarado é que essa missão é a de ampla e total emancipação.
A nossa vocação é primariamente esta: Temos de ser narradores de boas novas, arautos da salvação. Mas no nosso dever não se restringe somente a pregar boas novas, temos que também vivê-la. A palavra da graça tem que ser confirmada por meio de ações graciosas, o evangelho tem que ser corroborado pelo testemunho de ousadas proezas. O Senhor dia “Eis que vos envio como ovelhas para o meio de lobos” - contra a crueldade, a lascívia, a ambição, a indiferença, contra toda sorte de pecados, contra um exército de antagonistas ferozes e terríveis. O próprio Cordeiro de deus veio para o meio de lobos. E Ele mesmo envia Suas ovelhas para o meio dos mesmos elementos furiosos e destruidores. Mas a vitórias não foi do lobo e sim do cordeiro, e na vitória do Cordeiro está à confirmação da segurança e vitória das ovelhas. Esta é a nossa inspiração.
Assim corro também eu, não sem meta; assim luto, não como desferindo golpes no ar. Mas esmurro o meu corpo e o reduzo à escravidão, para que, tendo pregado a outros, não venha eu mesmo a ser desqualificado. (Co 9.26-27)
Paulo enxerga o perigo de se tornarem profanos, os que ocupam de coisas santas. Ora Paulo previa o perigo e, com diligência e oração, tomou providências contra ele. Os perigos são sempre os assistentes do privilégio e são mais abundantes em torno das posições mais elevadas. O ministro vive acarretado de privilégios inúmeros, mas reconheço também que a medida dos nossos privilégios é a medida exata dos nossos perigos.
Um dos perigos que o escritor aponta é a mortífera familiaridade com o sublime. È estar tão ocupado com o Lugar Santo e perder a maravilhosa percepção do Senhor santo. É pregar a palavra sem vivê-la e perder a sensação de intimidade com Deus e com o Espírito Santo. Outro perigo é o da mortífera familiaridade com os lugares-comuns, a insensibilidade e o amortecimento diante das coisas comuns, como a morte. O terceiro perigo que o escritor nos aponta é a possível perversão da nossa vida emocional, o emocional pode transformar-se em neurótico. As emoções do pregador podem ser tão constante e profundamente excitadas que as suas defesas morais venham a correr perigo. Outro perigo ainda mais evidente é a perigosa gravitação do mundo. O espírito de mundana transigência e encontrado na mais sedutora forma. Procurando serem todas as coisas para todos os homens para agradar a todos. Mas na gravitação do mundanismo há mais que o criminoso espírito de transigência: Há aquilo que chamarei de fascinação do brilhantismo. Este perigo assediará no mesmo dia do início do seu ministério, no dia da ordenação correrão o risco de cair vitimas do mundanismo, com a alma prostrada a Mammon.
E certamente de todas as visões patéticas nenhuma é mais patética que a do pregador do Evangelho que, por causa do entorpecedor do hábito, ou pelo engano e desenganos do mundo foi separado de seu Deus! Quando somos afastados de Deus nossa presença não ocasionará aquela misteriosa mudança na atmosfera. Quando nos apartamos do Senhor a quem prometemos servir, somos cheios de palavras, mas vazios de poder. Quando o pregador se afasta de Deus e do bom prazer de Deus o mal dança petulantemente na estrada livre, aberta por sua atitude negligente, pois já não possui nenhum armamento milagroso com que cortá-lo ou destruí-lo.
Precisamos atender com assiduidade ao cultivo da nossa alma arranjando tempo para oração e para leitura devocional da palavra de Deus. Mantenhamos constantemente uma racional percepção de valores e coloquemos cada dever que apareça em seu devido lugar. Não podemos fazer nada bem feito se nos desviamos de Deus. Se algum ministro pretende viver nos lugares celestiais em Cristo Jesus e pretende contar com este sublime ponto de apoio e com esta exaltadora coação em sua obra cotidiana, se pretender ser puro e promover purificação, deve então aprender a “orar sem cessar”. Somente por este cultivo primário é que obtemos aquelas virtudes secundarias que desempenham papel tão vital em nossas defesas morais e na eficiência das nossas realizações. Uma carreira sem obstáculos não seria digna da nossa escolha, segundo o autor os ministros do Evangelho enfrentarão armadilhas e adversários, tentações e perseguições no caminho todo, mas “a graça é abundante”, e “a alegria do Senhor é a vossa força”.
“Pastoreia as minhas ovelhas”. As palavras descrevem o cunho das relações pastorais – o pastor cuidando das necessidades do seu rebanho. O pastor deve levar as suas ovelhas da aridez do deserto, ou das nesgas da terra onde a forragem é escassa e insatisfatória, para os “verdes pastos” e “águas tranqüilas”. E deve estar sempre alerta contra a fome e a sede. Deve “pastorear” as suas ovelhas, “encher a sua boca de bens”. Os pastores são considerados responsáveis pelo sustento de almas imortais que estão em busca de alimento espiritual.
Suponho que ser opinião geral que em muitas partes tenha havido grande mudança no caráter dos temas dos púlpitos. Sua prédica tem que fazer mais que indicar ideais e metas: Tem que preparar o caminho que conduz as metas. Os seus temas devem ser atualizados, devem ser assuntos “vivos” para homens “vivos”! Devem ser até um tanto sensacionais, se é que visam aprender o interesse dos homens que vivem no meio de copiosa sensação, todos os dias. Uma teologia superficial não produzirá uma filantropia mais profunda. Não passaremos a amar mais ardentemente os homens pelo esfriamento do nosso amor a Deus. Não somos designados só para dar bons conselhos, mas para proclamar boas novas.
O mundo está cansado do simples oficial e está faminto por homens dinâmicos. Quer mais que palradores; está em busca do profeta. Se, somos apenas ditatoriais, a nossa palavra será tão remota como uma receita; se somos autorizados, estaremos perto como um cirurgião aplicado ao serviço atuante de salvação. Uma coisa perfeitamente clara: Aquele que for simplesmente ditatorial, nunca irá curar os quebrantados de coração, nem irá pensar as suas feridas que sangram.
“O pregador no gabinete”, que tipo de homem deve ser o pregador que entra na sua oficina, e que espécie de trabalho vai ali fazer? Sermões soltos ao acaso não despertam a razão para nenhuma necessidade, nem levam nenhuma compulsão imperiosa ao coração. A prédica que nada custa na alcança. Se o gabinete é preguiça, o púlpito será insolência. Portanto é obrigatório que o pregador vá para o gabinete a trabalhar com empenho. Ninguém é mais depressa descoberto que o ministro ocioso, e ninguém a como ele, mais depressa visitado pelo desprezo. Entrem em seu gabinete com hora marcada, e que essa hora seja tão cedo como a hora em que o homem de negócio mais madrugador vai para seu armazém ou para seu escritório. Deve por em prática sistema e método e deve ser tão escrupulosamente pontual nos seus hábitos particulares, a serviço do seu Senhor, como teria que ser num encargo governamental a serviço da pátria. Não passaremos as primeiras horas do dia ciscando o texto, mas sim em amplíssimas visões da verdade. A nossa capacidade de perceber é determinada pela nossa capacidade de abranger. A verdade revelada elucida e confere poder ao dever prático. Por Ev. Wagner Brito
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